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Coletiva de “Cidades de Papel” acentua ainda mais o carisma de John Green com os fãs

Coletiva de “Cidades de Papel” acentua ainda mais o carisma de John Green com os fãs

Mesmo que o Inverno tenha começado, a cidade do Rio de Janeiro apresentava um céu azul e limpo para receber os convidados John Green e Nat Wolff que vieram à cidade promover o filme Cidades de Papel que estréia em 09 de Julho.

Na sacada do Hotel Copacabana Palace ator e autor puderam apreciar a vista, cumprimentar, posar e também filmar a horda de fotógrafos que se acumulavam em meio a uma grade para garantir seus cliques. Sempre simpáticos, ambos chegaram estampando sorriso no rosto e brincando o tempo inteiro.

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No salão dourado, onde acontecia a coletiva, John Green começou falando sobre as gravações do novo longa e seu papel de Produtor Executivo, que se resumiu a basicamente estar no set e engordar alguns quilos ao se entupir de besteiras. Ao ser perguntado sobre seu papel no filme e o processo do personagem Nat Wolff respondeu dizendo que já tinha lido o livro e que para ele era o melhor de todos que tinham sido escritos pelo John. Green então completa dizendo que todo o processo de Cidades de Papel não poderia ter sido melhor, pois houve um cuidado com a adaptação do roteiro e que o elenco era incrível e que eles puderam ajudar a moldar seus personagens o que só contribuiu para o filme.

Quando questionado sobre o final positivo do filme, focado mais na amizade, Green responde dizendo que a coisa mais importante para ele foi a preservação da essência do livro, onde os personagens se tornaram mais humanos, mais flexíveis. Fala também que Margo não é um milagre, apenas uma garota que está tentando se encontrar e que depois que essa imagem é desconstruída por Quentin, ele acaba valorizando muito mais a amizade e que isso o agradou bastante, ainda que seja diferente do livro o que para ele ficou melhor do que o original, assim como outras partes do filme.

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Na pergunta seguinte John afirma que jamais imaginou que chegaria a lista de mais vendidos e que seus personagens e suas histórias fossem quebrar fórmulas antigas de livros voltados para adolescentes. E muito menos que seus livros seriam traduzidos para o português, por exemplo, e que ele encontraria uma base de fãs dedicados tão forte por aqui. Também não se sente responsável por quebrar nenhum paradigma e que faz parte de uma comunidade de escritores como Markus Zusak – A Menina Que Roubava Livros – que já vem apresentando histórias diferentes por décadas. E que é grato a tudo o que tem lhe acontecido ao redor do mundo e que fez questão de vir ao Brasil para agradecer pelo carinho de todos com o seu trabalho.

O ator Nat Wolff não foi muito requisitado pela mídia presente e respondeu a poucas perguntas. Passou a maior parte do tempo implicando e brincando com John Green, e ajudou a esclarecer alguns boatos ao afirmar que os dois eram bons amigos. Mencionou também o grupo do Whatsapp no qual ele, John e outros atores fazem parte e que o fato de ter dividido um apartamento com Justice Smith (Radar) e Austin Abrams (Ben) ajudou bastante a construir o elo de amizade que seus personagens possuem no filme.

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Suas brincadeiras com John Green arrancaram muitas risadas da platéia presente o que contribuiu para deixar o clima no local bem descontraído. Ao final, Wolff ainda soltou algumas notas, pois o ator possui uma banda com o irmão Alex e ambos estrelaram uma série no canal Nickelodeon em 2007. John Green deu autógrafos rápidos antes de partir, agradecendo a todos em português “Obrigado”.

Confira aqui a galeria de imagens:

*clique duas vezes nas imagens para abri-las em tamanho real*
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