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Recap: “Blindspot” – In Night So Ransomed Bridge (S02xE01)

Recap: “Blindspot” – In Night So Ransomed Bridge (S02xE01)

A série terminou com vários acontecimentos e vai ser preciso explica-los para que esse episódio faça sentido, então, se você não viu a primeira temporada ainda, aconselho a esperar para ler esse recap que vai estar cheio de spoilers.

Sabemos que numa bela noite uma mala é deixada no meio da Times Square e dentro dela tem uma moça, nua e com o corpo coberto de tatuagens, sendo que em uma delas lê-se o nome do agente do FBI Kurt Weller (Sullivan Stapleton). A moça, a quem começam a chamar de Jane (Jaime Alexander), é levada para a central do FBI e interrogada, mas não tem como responder nada, pois está com amnésia que é comprovado por médicos. Não demora para que Kurt acredite que Jane na verdade é Taylor, sua amiga de infância e que sumiu quando criança. O desaparecimento tem grande importância para o agente já que seu pai é e sempre foi um dos principais suspeitos no caso. Aos poucos Jane ganha a confiança de Zapata (Audrey Esparza), Reed (Bob Brown) e Patterson (Ashley Johnson), mesmo que um ou outro tenha lá suas dúvidas em relação a moça. Só que Jane começa a recobrar parte da memória e é abordada por Oscar, seu facilitador e membro da organização a qual Jane fazia parte. Na verdade, foi ela quem se voluntariou para estar ali, naquela posição e se infiltrar no FBI. Com a diferença de que ela criou laços com essas pessoas e não mais quer participar do plano, infelizmente, sair não vai ser possível e ela se vê obrigada a colaborar com a missão. Conforme os episódios vão acontecendo, os personagens são desenvolvidos e todas as pequenas tarefas que Jane faz acaba levando a incriminação da Mayfair e consequentemente a sua morte. Kurt descobre tudo e está levando Jane em custódia, quando são abordados e ela é pega pela CIA.

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E é assim que começa o episódio dessa segunda temporada, com Jane pendurada em um lugar inóspito sendo interrogada brutalmente por agentes da CIA. Eles só não contavam com as habilidades dela que consegue contornar aquela situação pavorosa e fugir, colocando-se na mira do FBI, novamente, e da NSA. Assim temos a introdução de Nas vivida pela atriz Archie Panjabi e que confidencia a equipe do FBI que esteve de olho neles o tempo todo, incluindo monitorar os passos de Jane. Weller e companhia querem saber então o porquê da NSA nunca ter interferido na investigação ou mesmo ajudado e Nas responde que oficialmente, a divisão que ela chefia, não existe. Que ótimo não é mesmo?

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Ela entrega a localização de Jane e afirma que tê-la na equipe de novo vai ser crucial para descobrirem a identidade de Shepherd, o cabeça por trás de alguns ataques orquestrados nos Estados Unidos. Todos na equipe estão céticos sobre isso e relutantes, lembrando que foi ela a responsável pelo desaparecimento de Mayfair, quem eles acreditam estar viva ainda. Nesse ponto é bom lembrar que Jane não é, nem nunca foi Taylor Shaw, isso é desvendado no final da primeira temporada quando Kurt começa a ligar alguns pontos depois que seu pai faz confissões no leito de morte. Todavia, sua real identidade continua um mistério.

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Jane é novamente detida pelo FBI e submetida a um novo teste da verdade, mais eficaz que o polígrafo, porém nada disso contribui para diminuir a desconfiança de seus antigos colegas. Ela informa que Mayfair está morta, que Oscar a matou e revela tudo o que fez a mando dele e as razões. Nas então aconselha a todos que usar Jane é a melhor e única opção que eles tem se quiserem parar futuros atentados e mesmo vingar a morte da Diretora. Então eles armam um plano e Jane aceita sem pestanejar, afinal, ela também está interessada em obter algumas respostas para si. Depois de ter levado um tiro da Zapata, marca encontro com um alguém misterioso e ao encontra-lo afirma que foi baleada por Cade, que da última vez o vimos cair do  navio, mas sem sinal de corpo. Seu novo amigo é mais intenso que Oscar e mata alguns policiais quando a está levando ao hospital. O estranho parece ser muito próximo dela e então Jane lembra que o conhece desde criança. Apesar dos obstáculos, ela finalmente é levada para conhecer Shepherd (Michelle Hurd) e as surpresas são inúmeras. A começar, trata-se de uma mulher que é sua mãe. Não biológica, mas adotiva. Jane que nasceu na África do Sul teve os pais assassinados e foi acolhida por uma organização secreta que treinava crianças para serem futuras espiãs. O que lembra o mesmo esquema da personagem da Viúva Negra nos quadrinhos. Com a diferença de que não há distinção de sexo e Jane e o irmão, isso, o mesmo cara intenso que a ajudou, Roman vivido por Luke Mitchell, foram para lá juntos. É muita informação para absorver em pouco tempo, incluindo seu verdadeiro nome, Alice Kruger.

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Shepherd diz que vai precisar dela, pois a missão ainda não acabou e a moça volta para o FBI e passa todas as informações. Longe dali, Shepherd e Roman discutem se Jane ainda é leal a eles. O irmão afirma que sim, já a líder da organização tem suas dúvidas.

Não tem como saber o caminhar da série daqui em diante, mas a situação está complicada para todos os personagens. Weller ainda nutre sentimentos por Jane e isso pode vir a atrapalhar o seu julgamento enquanto líder tático. Já Jane está numa encruzilhada, tendo matado o próprio noivo e agora sendo colocada contra a família que a criou, mesmo sem ter quaisquer memórias disso. Difícil. Patterson, Reed e Zapata correndo por fora, cada qual com sua opinião. O que me leva a atitude ridícula de Zapata, que foi a primeira a desconfiar da Mayfair e agora banca a doída pelo falecimento da chefe. Não né? Reed é quem deveria estar se portando assim e não ela. Enfim, tem muito chão pela frente ainda e com Jane bancado de forma clara o papel de espiã, mas, de que lado ela realmente vai ficar? Podemos esperar muitos flashbacks também.