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Saiba tudo ou quase tudo sobre o episódio “World’s Finest” aqui!

Saiba tudo ou quase tudo sobre o episódio “World’s Finest” aqui!

Foi ao ar nesta Segunda-feira (28/03) o episódio World’s Finest da série Supergirl no qual o Flash foi parar em National City por acaso. O encontro dos dois heróis foi incrível e eles não poderiam fazer uma dupla melhor. Possuem bastante coisa em comum e o encontro acabou ajudando a levantar a audiência do show que anda em baixa ultimamente.

Todavia, aconteceu tanta coisa em apenas 50min que decidi criar esse texto para explicar algumas referências utilizadas na série e também curiosidades que os produtores andaram falando sobre o episódio. Se você ainda não assistiu, saiba que daqui para baixo está repleto de spoilers, logo, siga em frente por sua conta e risco.

O Melhor dos Dois Mundos… Ou 52.

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O conceito de multiverso já está sendo usado na série do The Flash e Arrow desde o final da temporada passada. Porém, é algo novo para a Supergirl e seus amigos. Quem acompanha o Flash sabe que ele vem treinando para se tornar mais rápido e com o auxílio do Tachyon, aquela tecnologia do Mercury Labs e que foi roubada pelo Wells, acabou vibrando rápido demais e indo parar na Terra da Kara. Que Terra seria essa? Não sabemos. Com o auxílio de um quadro Barry explicou o conceito para Kara, Winn e Jimmy e curiosamente é a mesma coisa que os criadores da série fazem com os produtores e nada mais justo do que o Barry, nosso cientista, fazer o mesmo numa espécie de arte imita a vida.

Projeto Cadmus

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A doutora que tratou de Siobhan é a versão feminina de Emil Hamilton que aparece nos quadrinhos do Superman. Na série ela deve ter ligações diretas com o projeto Cadmus que foi mencionado no episódio anterior e que pode trazer um personagem especial para a próxima temporada: o Superboy. Clonado a partir do sangue do Superman ele conseguiu fugir do laboratório e sair da sombra do homem de aço com algum sacrifício. O rumor ainda não foi confirmado, mas seria uma boa adição a série, mas não como personagem regular.

Silver Banshee e Livewire

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As vilãs da semana são personagens recorrentes dos quadrinhos. Os produtores estavam mais do que ansiosos para voltar a trabalhar com a Brit Morgan, atriz que intepreta a Livewire, e admitem que sua aparição deu um boost a série. Brit admite ter ficado super feliz com o convite e que não sabia que lutaria contra o Flash até receber o roteiro, o que lhe deixou sem chão e bastante empolgada. Já Italia Ricci vem rondando esse meio há mais tempo, pois na vida real é casada com Robbie Amell que interpretou o Firestorm e, logo, tem parentesco também com o Stephen Amell que interpreta o Arrow. Devido a seu enorme suporte em ambas as séries, acabou conquistando o coração dos produtores e uma chance para o papel e não fez feio.

Meta-Humanos e mais possibilidades no futuro

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“Então como ela conseguiu esse poder?”

Todos os vilões da série até o momento vem em dois formatos: ora são aliens oriundos do Fort Rozz ora ganharam poderes de forma aleatória. Ponto. Siobhan foi a primeira a ser declarada como meta-humana, ou seja, humano com poderes, tais quais os mutantes da Marvel. A sua origem foi explicada rapidamente, o que dá a entender que podemos esperar mais como ela na próxima temporada. Ou ao menos podemos esperar, se analisarmos que a Supergirl em si não possui tantos inimigos assim.

CW, Feminismo e Diversidade

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Não é sempre que outra emissora pode parabenizar o trabalho da concorrência de forma sutil e a CBS soube fazer isso e muito bem. A personagem da Cat Grant não apenas menciona o nome da CW, na qual as séries The Flash, Arrow e Legend’s of Tomorrow estão no ar, como também enaltece o fato de que o elenco é diversificado. E quem acompanha as séries sabe que é a mais pura verdade. Outro acerto foi introduzir o Barry no universo feminino da série e fazê-lo falar algo como “então por que não resolvemos isso como damas?” para o espanto de Kara e ouvi-lo justificar que elas são maioria. Bravo. Gesto pequeno, mas com intuito grandioso.

Trilha Sonora e Apelidos

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“Acha que consegue me acompanhar Garota de Aço?”

Como o Produtor musical é o mesmo de ambas as séries, nada mais justo do que o Barry chegar em National City embalado por sua própria música não é? E quem não esboçou um sorriso daqueles quando ele se refere a Kara como “garota de aço” e ela o chama de “velocista escarlate”? Acho que eles não poderiam ser mais fofos. AH! Blur, como a Cat diz que irá nomear o Flash por lá, foi por algum tempo o apelido do Clark na série Smallville antes dele se tornar o Superman.

Multiversos e as Fendas

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Esse é mais um tópico que os fãs de Flash devem se preocupar. Afinal, lá na série do velocista eles acham que fecharam todas as fendas, mas parece que o espaço-tempo é algo bem mais complexo do que eles sequer imaginam. Outra curiosidade é que várias vezes foi dito que existem muitas versões dos personagens em outros mundos, mas parece que não há Caitlin, Cisco ou Joe, nem mesmo o STAR Labs na Terra de Kara. Deixando claro que esse conceito previamente explicado não é 100% seguro. Por exemplo, como disse o Barry, há uma Terra em que todos os heróis são vilões e é o Lex Luthor quem combate todos eles. Que coisa não?

A Corrida Final e o Beijo

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Tal qual o pôster promocional, a imagem da corrida, além de ajudar o Barry a voltar para o seu universo é também uma homenagem a capa da edição #199 da revista do Superman, uma das mais homenageadas da DC Comics. E não sei vocês, mas não estou tão empolgada para ver esse enlace entre Kara e James, então meio que curti quando o Non decidiu ligar a Myriad.

O episódio foi excelente e espero que possamos ver a Supergirl em Central City na próxima temporada com Barry e todo mundo do STAR Labs. Seria bem legal.